quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Eles cresceram, e agora?



Depois daquele momento de toda preparação para a chegada do irmãozinho e após o nascimento dele, com o tempo as coisas vão se ajeitando, o primogênito começa a entender que ele não perdeu seu posto de filho e que os pais continuam o amando muito apesar de agora precisarem dividir um pouco a atenção com o irmão.
Com o passar dos meses e principalmente após o primeiro aninho do filho mais novo, precisamos estar atentos às primeiras brigas entre eles. Seja pela atenção dos pais, por disputas de brinquedos, ou por simples satisfação de seus desejos. 
Apesar do grande amor que os irmãos sentem um pelo outro, aqueles momentos de birras entre eles serão inevitáveis, porém podemos auxiliar para que estes momentos se resolvam da melhor forma possível.



4 dicas para apaziguar as brigas

  1. Ouça ambos os lados e com o máximo de tranquilidade possível mostre o que cada um fez de errado e converse com os dois após eles se acalmarem.
  2. Em caso de brigas mais enérgicas interfira o quanto antes e logo após siga com a dica 1.
  3. Se possível em discussões mais calmas, dê a chance deles mesmo resolverem a situação. 
  4. Após conversarem sobre o ocorrido peça para que os dois se abracem e peçam desculpas. 
  5. Motivem a fazerem alguma atividade juntos, seja ver um livrinho, assistir algum desenho ou até mesmo um jogo divertido. Assim eles também perceberão que apesar do desentendimento eles curtem ficarem juntos.

Nossos filhos costumam seguir mais os nossos exemplos do que aquilo que aconselhamos a eles, por isso também é muito importante nos cobrar quanto a maneira que lhe damos com os nosso próprios problemas, seja em casa, no trabalho, no trânsito ou em qualquer outro ambiente. Eles são espertos e tendem a perceber essas posturas e acabam reproduzindo para o dia a dia deles. 
Quando tudo estiver bem e eles estiverem brincando sem brigar deem os parabéns e os estimulem a agir sempre assim e mostre o quanto são divertidos e prazerosos esses momentos. 
Quais são os irmão que não brigam nunca? Acho que nenhum né! Então apesar de ser um trabalho constante temos sempre que estimular nossos filhos a serem amigos e mostrar que apesar das diferenças entre eles, nunca deixarão de se amarem e que momentos de paz entre os dois é muito melhor do que as brigas.



Por 
Priscila Camacho






quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Vou ganhar um irmãozinho ou irmãzinha e agora?


A chegada do irmão ou irmã é uma grande novidade para o primogênito, e deve ser muito bem acompanhada desde a gestação. Os pais precisam tratar do assunto o quanto antes com o filho mais velho, para que ele esteja preparado para essa mudança. 
Muitos agirão com naturalidade e entusiasmo com a notícia, mas outros irão se chatear. Por isso os pais terão um longo trabalho pela frente, mas não se assustem, tenho algumas dicas para tornar esse momento mais tranquilo e até quem sabe muito divertido!


5 Dicas para seu primogênito ser um ótimo irmão mais velho!
  1. O quanto antes conte ao seu filho que ele ganhará um irmãozinho ou irmãzinha e que agora ele ganhará um título muito especial de “Irmão mais velho”!;
  2. Inclua seu filho ao máximo nas atividades destinadas a chegada do bebê, seja na escolha do nome, na escolha dos móveis, roupinhas, acessórios, etc. Diga a ele que as dicas que ele está dando para a decoração ficarão lindas e que o irmão ou irmã ficará muito orgulhoso (a) dele;
  3.  Leve seu filho para as ultrassonografias que fizer, principalmente na primeira, vocês poderão sentir a emoção de ouvir o coraçãozinho do bebê batendo e ele saberá que seu irmão ou irmã está dentro da barriguinha da mamãe;
  4. Encoraje seu filho a fazer carinho na barriga e a conversar com o bebê e explique que ele não irá responder, mas que estará ouvindo e sentindo o seu carinho, e que logo também poderás sentir os movimentos do bebê colocando a mão sobre a barriga da mamãe;
  5.  Compre um presente bem legal, se possível algo que seu filho já quisesse há algum tempo, e leve para a maternidade e assim que ele for visitar o irmãozinho (a) você entrega para ele dizendo que foi o próprio irmãozinho que trouxe de presente. Encoraje-o a fazer o mesmo, peça que ele escolha um presente para o irmão ou que ele mesmo faça um e entregue no mesmo dia que for conhecê-lo.

Pronto agora sim tudo ficará perfeito! Será?

Infelizmente não existe isso e seria utopia da minha parte fazê-los acreditarem nisso. Porém podemos tornar esse novo ambiente o mais tranquilo possível. Os pais terão papel principal para que esse novo momento se encaixe dentro da normalidade que existia no lar antes da chegada do novo bebê, mas também é muito importante contar com amigos e familiares. Eles terão papel muito importante pois nos primeiros meses os pais além de muito atarefados com as novas demandas do bebê, também ficarão muito cansados e se os familiares e amigos puderem ajudar será de muito proveito para todos. 
Para isso precisa de muita paciência, carinho e tranquilidade para atender as demandas dos filhos. O bebê realmente não é capaz de compreender nada ao seu redor ele precisa das atenções básicas e naturais que todos os bebês necessitam, mas o filho mais velho, principalmente se ele já sabe quais as suas necessidades ele poderá não querer dividir o tempo que tinha com os pais com o irmãozinho, daí a importância de conversar sempre e mostrar que apesar do grande amor que eles sentem, agora existe mais um integrante na família que também precisa de atenção.   
Uma dica importante para esse novo momento, agora com a chegada do irmãozinho em casa, é de incluir o filho mais velho nas atividades do bebê e atribuir tarefas simples, porém motivadoras que ajudará no vínculo entre os irmãos.

3 Dicas de mãe para mãe!
  1. Deixe seu filho auxiliar na troca de fraldas do bebê;
  2. Deixe ele ajudar na hora do banho no bebê;
  3. Peça que ele escolha dentre três opções de roupinhas, uma para colocar no bebê depois do banho.

Tenho certeza que ele se esforçará para ser o melhor irmão possível!

Com muita calma e paciência essa nova fase aos poucos se estabilizará e apesar de haverem momentos um pouco mais atribulados que outros toda a família estará unida para viver momentos felizes um ao lado do outro!




Por
Priscila Camacho








segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Mestre Cuquinhas na Cozinha... Bolo de Banana com Aveia!!!

Sabia que a maioria das crianças amam cozinhar? O que acha de  colocar seus mestres cuquinhas na cozinha?!




Da série mestres cuquinhas em casa... Trouxemos uma deliciosa receita de bolo de banana com aveia, para os pequenos fazerem e experimentarem novos sabores...





Vamos lá!!!

Vamos Precisar de:

4 Bananas pratas bem maduras. quanto mais madura, mais docinho fica o bolo;
2 Xícaras (chá) de farinha de aveia 1/2 Xícara (chá) de uvas passas - Também ajuda a dar o sabor doce no bolo!
3 Ovos 
1 Colher (sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de fermento 

Como Iremos Preparar:

Colocar todos os ingredientes no liquidificador e bater bem, depois é só levar para assar em forma média ou em forma própria para mini bolos (untada apenas com óleo) por aproximadamente 20 minutos.




Como não poderia deixar de testar essa delícia de receita, eu e meus mestres cuquinhas fizemos esse bolinho delicioso para o nosso café da manhã e além de muita diversão na cozinha, nosso café ficou ainda mais gostoso!




Seria muito legal se além de colocarem essa deliciosa receita em prática com seus pequenos, vocês compartilhassem conosco as fotos desse momento super divertido!!!

Até a próxima receita!



Por

Priscila Camacho



segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Quem tem medo de Bicho-papão?

As crianças em diversas fases de suas vidas apresentam alguns medos, e isso é normal, e também muito importante para a sobrevivência, já que o medo nos previne de possíveis situações de perigo. Por isso, nós pais, responsáveis, professores, familiares devemos ajudar as crianças a saberem lidar com a situação de medo e não só dizer: -  Isso não é nada, porque você tem medo disso? 
Ao invés de não se importar com a queixa ou manifestação não verbalizada sobre algum medo, mostrar para a criança que sentir medo é natural e ajudá-la a entender e minimiza-los sempre com muita empatia sobre a situação abordada.


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"Acredita-se que os primeiros temores se manifestem por volta dos 3 ou 4 meses de idade.
"Nessa fase, o bebê adquire a capacidade de distinguir o familiar do estranho e aprende a diferenciar a mãe (ou responsável) de tudo o que o rodeia", explica a psicóloga Vera Zimmermann, coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo.”

É claro que nessa fase de 3 ou 4 meses a criança ainda não compreende a verbalização, porém podemos ajuda-la, atendendo suas inquietações com carinho e aconchego. Dessa forma o bebê saberá que será amparado se não se sentir confortável em determinada situação.


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“A partir dos 2 anos, o repertório aumenta em razão da descoberta do mundo simbólico. É por isso que muitas crianças querem distância de pessoas fantasiadas, como palhaços e Papai Noel. ”

Já nessa fase a abordagem pode ir um pouco além. O adulto sempre com muita empatia e carinho, também pode explicar que por trás daquela maquiagem, roupas e acessórios diferentes, existe uma pessoa comum assim como ela e aos poucos tentando minimizar esse medo. Apesar de nem todos os medos das crianças dessa fase se resumirem a pessoas fantasiadas, a maioria deles provem da fantasia que a criança cria através do universo que ela está inserida.

“Todo adulto que vive com crianças precisa saber lidar com o medo infantil. “Se esse sentimento não for adequadamente trabalhado, pode provocar timidez excessiva, ansiedade e até fobias”, alerta o psicanalista e psiquiatra Conceil Correia, da Associação Brasileira das Inteligências Múltiplas e Emocional, em São Paulo.”

Por isso devemos estar atentos a toda e qualquer expressão de medo, seja ela verbalizada pela criança e ou em casos de crianças que ainda não falam observar toda mudança repentina em suas atitudes. Assim conseguiremos auxiliar e ajudar em uma situação de medo.

Em casa fase da infância subsequentes, mesmo com a maturação da física, mental e emocional, o medo infelizmente não acaba, ele apenas muda de figura, porém ainda existe, o que não deixa de ser normal, por isso ainda devemos prestar atenção nas queixas apresentadas pelas crianças e tentar sempre conversar e trazer exemplos reais para desmistificar esses medos. Nós adultos também sentimos medos, e apesar de serem medos diferentes dos que tínhamos quando éramos crianças, eles ainda incomodam, porém com o tempo aprendemos a lhe dar com eles e a supera-los, por isso que não devemos achar que os medos que as crianças apresentam não tem importância, pois com o nosso apoio aos poucos também elas um dia saberão “enfrentar” seus medos!  


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REFERÊNCIAS
TOLEDO, Adriana. Sentir medo em situações novas. Movimento. A descoberta do mundo pelo próprio corpo, Rio de Janeiro, Editora Abril, Edição especial, Número 15, Agosto de 2007.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Receita de Ketchup Caseiro!!!

É tão legal quando podemos optar por hábitos mais saudáveis né?! Por isso trouxemos uma receita bem legal para além de ter a chance de experimentar algo mais saudável, também poderemos fazer com a ajuda de nosso filhos! 



Ketchup Caseiro:

6 xícaras de chá de tomate maduro picado sem casca e sem semente.
1 colher de sobremesa de azeite.
1 unidade pequena de cebola picada.
1/2 folha de louro.
1/2 dente de alho descascado.
1 unidade pau de canela.
1/4 de xícara de chá de vinagre.
colher de sobremesa cheia de açúcar demerara.
1 colher de chá de sal moído.
1 colher de sobremesa de creme de arroz.

Modo de fazer:
1- Bater os tomates e a cebola no liquidificador e passar na peneira.
2- Em uma panela, refogar no alho o tomate e cebola batidos. Acrescentar o louro, a canela, o vinagre, açúcar, azeite e o sal.
3- Dissolver o creme de arroz em água, acrescentar ao molho e mexer. Deixar ferver até engrossar. Se necessário, tirar a espuma de cima com uma escumadeira. Retirar o pau de canela e o louro.
Conservar em geladeira e usar dentro de quatro a sete dias.

Por
Priscila Camacho

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Era Uma Vez...

Qual a importância da leitura para bebês e crianças até dois anos de idade?

O contato com livros desde o nascimento traz muitos benefícios ao processo de desenvolvimento do bebê e da criança. Esse contato cercado de estímulos são essenciais. Nele a criança além de estimular seus sentidos como o tato, a visão, a audição, o olfato, também estimula a emoção e o contato afetivo. 



Segundo informações do projeto "Bebê adora ouvir história":
Em Barueri, professores lêem para as crianças da creche, colocando a criançada desde cedo em contato com os textos escritos.( Revista Pais e Filhos, edição 195 - Set/06)
As emoções provocadas pela leitura fazem com que os pequenos, mais tarde, por volta de 2 ou 3 anos, comece a reconhecer situações e trabalhar seus sentimentos, projetando-se aos personagens. Essa é uma oportunidade bastante eficaz de ajudar no desenvolvimento cognitivo, físico e emocional.
Figuras grandes e coloridas aprimoram a percepção visual e ampliam o repertório de imagens dos pequenos.
Para desenvolver a escuta atenta e favorecer a concentração de todos, capriche na entonação e no ritmo de leitura.

A leitura é um dos contatos mais próximos da criatividade. A criança que ouve histórias desde sempre tem a oportunidade de desenvolver sua criatividade e assim começar a ler o mundo da sua maneira.

"Notando que a trama acontece sempre do mesmo jeito, as crianças sentem-se seguras e começam a estruturar racionalmente seu mundo" (Ceres Alves de Araújo, psicóloga da PUC-SP).

Quando devemos começar a ler para uma criança?

"Quando a escritora de livros infantis Tatiana Belinky perguntou ao pediatra, nos anos de 1940, em que momento deveria começar a educação seu filho, então de 3 meses de vida, ouviu como resposta: "Você já está atrasada". Parece mera frase de efeito. O fato, porém, é que o doutor estava coberto de razão. Não há idade para dar início à educação de uma criança - e isso vale também para o incentivo à leitura."

Por isso, além do bebê e criança ouvir histórias contadas pelos pais, cuidadores e ou professores, é também de grande importância que eles tenham contato com o livro propriamente dito, e que estes livros possam estar disponíveis a eles de preferência ao alcance de suas mãos, para que possam manuseá-los sempre que tiverem vontade. 

Na escola Passo a Passo Educação Infantil (PPEI), existe um projeto muito interessante que é o "Ler em casa", nesse projeto o hábito da leitura que é sempre muito bem estimulado e praticado no dia a dia da escola, ele também é extensivo ao lar de cada aluno. 

Segundo a diretora da PPEI:
"A PPEI reconhece, através do Projeto Ler em Casa, a importância da literatura infantil e incentiva a formação do hábito de leitura na idade em que todos os hábitos se formam, isto é, na infânciaNeste sentido, a literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa. A PPEI enfoca a importância de ouvir histórias e do contato da criança desde cedo com o livro e seu maior objetivo é esboçar algumas estratégias para desenvolver o hábito de ler.
É um momento de troca, de aproximação familiar e aconchego!"


"São muitos os benefícios que o contato com livros, ainda na primeira infância, é capaz de proporcionar. Várias funções psicológicas podem ser desenvolvidas, entre elas a memória e a capacidade de estruturar as informações. A leitura em voz alta para uma criança de até 3 anos ajuda a despertar sua sensibilidade para diferentes formas da fala e ainda tem um efeito positivo sobre a chamada atenção seletiva - A capacidade de se desligar de outras fontes de estímulo, mantendo-se concentrada numa só atividade por período mais longos. Ler histórias também ajuda no desenvolvimento da noção de tempo. O bom e velho " era uma vez" carrega em si a ideia de algo que aconteceu e já não acontece, apresentado à criança a existência do antes, do agora e do depois. "Com a prática da leitura, os bebês desenvolvem estruturas para ordenar o mundo com base no critério de temporalidade", diz Fraulein Vidigal de Paula."

"Os pais podem e devem levar os livros para dentro de casa, deixar que as crianças os explore com todos os sentidos, criar o hábito de contar histórias a seus filhos, incentivar o gosto pela leitura. Podem, acima de tudo, ser parceiros na descoberta do universo da literatura."

Esse momento tão prazeiroso tanto para os pais quanto para as crianças deve ser repetido sempre que possível, procurando escolher lugares tranquilos e propensos a um bom momento de leitura e de exploração dos livros, assim estaremos criando um universo de boas oportunidades para nossos filhos desde o início de suas vidas.




Por
Priscila Camacho





terça-feira, 16 de agosto de 2016

A importância da afetividade para os bebês

A relação mãe e filho vai muito além de suprir as necessidades básicas do bebê como higiene, alimentação e moradia. A afetividade envolvida em cada fase do desenvolvimento desse bebê será indispensável para que ele cresça feliz, seguro e com autoestima elevada.

"Os lactantes, filhos de mães deprimidas, podem se tornar emocionalmente carentes em razão da falta de tonalidade afetiva na voz da mãe." (Katharina Von Guericke de Magdeburgo e Jorg Bock, pesquisador na mesma universidade).

O ato de amamentar envolve sentimentos de mãe e bebê que superam a razão primeira que é saciar a fome. Nesse momento tanto a mãe quanto esse bebê estão vivenciando amor, carinho, afeto, olho no olho que são tão importantes para criação de vínculo entre eles. 


"Nos anos 40, René Spitz, do Instituto Paanalitico de Nova York, estudou centenas de bebês nascidos num orfanato. Ele observou que um em cada dez manifestava atitudes de retraimento em relação ao meio. Além disso, constatou que esses bebês tinham um atraso no desenvolvimento psíquico. Descobriu que lhes faltavam, além dos estímulos intelectuais, principalmente emocional."

"Os cientistas de Leipzig observaram que crianças aprendem de forma mais rápida e efetiva uma nova palavra, como bola, por exemplo, se a pessoa referência estiver ao seu lado e disser com entusiasmo: " Olha, isso é uma bola!". Em geral, a criança tenta entrar em contato com um adulto por meio do objeto, investido de emoção - ao lhe entregar a bola por exemplo. O outro lado da medalha é trágico: pessoas sem parceiros, com poucos relacionamentos sociais e fortes tendências depressivas, muitas vezes não consegue oferecer uma base emocional estável aos filhos. Há registro de casos de pessoas que deixam tv ou rádio ligado o dia inteiro no ambiente onde ficam os bebês, mas pouco falam com eles. Em geral, essas crianças chegam aos três anos sem pronunciar uma palavra, apesar de serem borbardeados o tempo todo pela língua. Sem relação emocional elas não aprendem!"

O fato de os pais estarem na vida dos filhos não quer dizer que são presentes na vida deles. Os bebês precisam de pais reais que estarão ao lado deles para acompanhar de perto seu desenvolvimento e vivenciar momentos afetivos tão importantes para a vida futura deles! 



Priscila Camacho