quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Shantala - Momento de Vínculo e Amor



A Shantala foi um dos momentos mais lindo que tive o prazer de vivenciar com meus dois filhos o João Pedro (seis anos) e Gael (quase 3) desde os primeiros meses de vida, e até hoje faz parte da nossa rotina da noite. Sempre após o banho, faço a massagem nos dois com uma sinergia (aromaterapia) feita por mim especialmente para aquele momento e eles amam. Quando por algum motivo não faço, eles reclamam e perguntam por que naquele dia não receberam a massagem rsrs

O que a Shantala?



Shantala é uma técnica indiana de massagem para bebês que foi trazida para o ocidente pelo obstetra francês Dr. Frédérick Leboyer após uma de suas viagens para a Índia, quando se deparou com uma cena habitual nas ruas de lá: uma jovem mãe, de nome Shantala, massageava seu bebê em plena rua de Calcutá. Ela era paralítica e o ambiente que ela estava era uma favela.
O médico achou a cena de amor e carinho entre mãe e bebê maravilhosa, e pediu para fotografá-la. Ele observou que o ambiente era completamente hostil, mas a mágica da massagem, com seus movimentos lentos e harmônicos, fazia com que aquele local fosse transformado.
A partir de então a Shantala vem sendo conhecida por mães e pais por todos os benefícios que ela proporciona tanto para o bebê quanto para a mãe e para o pai.


 

E é sobre esses benefícios que quero falar!
Quanto amor cabe nesse momento? todo o amor do mundo! Essa técnica estreita vínculos através do toque carinhoso e amoroso, através da troca de olhares e sorrisos, trás uma sensação maravilhosa de acolhimento e relaxamento tão profunda que sempre ao final de cada massagem nós dois estávamos quase que derretidos de tão relaxados rsrsrs
Além desses benefícios maravilhosos tanto emocionais quanto físicos que relatei, a Shantala também alivia as cólicas, gases e prisão de ventre e devido a suas sequencias de movimentos lentos que conduzem o corpo em uma direção certa, esta massagem ajuda o bebê a dormir melhor.
Então super recomendo a conhecerem esse técnica maravilhosa e praticá-la em seus bebês, tenho certeza que terão momentos lindos!

 

Espero que tenham curtido o texto. Compartilhem suas experiências com a Shantala aqui nos comentários. Iremos adorar saber como foi ter esse momento com seu bebê!!!

Fotografias por:

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Xixi, Cocô e Empatia



Que tema doido não é rsrs Vou tentar me fazer entender...


Aqui em casa temos dois meninos lindos, um de 6 anos e outro com quase 3. Algo que sempre me deixou intrigada é a curiosidade deles sobre o que fazemos no vaso sanitário.
Na internet, temos muitos memes que representam bem a falta de privacidade dos pais quando tem filhos pequenos e vão ao banheiro junto com eles. Por isso acho que não somos os únicos pais a passar pela situação.

Vou contar aqui uma situação que ilustra até que ponto chegamos sobre isso aqui em casa:

- Estou no banheiro e mais uma vez bate na porta um dos meus filhos (como já estão mais crescidos e quando tem gente em casa deixo a porta trancada). Se eu deixasse ele entrar a pergunta seria certa: - É xixi ou é cocô??? e quase sempre em um volume de voz que faz todo prédio saber o que estou fazendo alguma das opções. Não deixei entrar. Por acaso o filho desse dia era o mais velho. Ele não poupou seus recursos para atingir seu objetivo. Aproveitou que já aprendeu a escrever algumas palavras. Foi isso mesmo que você está imaginando. Alguns minutos depois da negativa em abrir a porta eu recebi uma cartinha por baixo da fresta da porta do banheiro. A pergunta ainda tinha uma justificativa. 
No bilhete estava assim: "-Só uma pergunta xixi ou cocô" Sem pontos ou assentos mas entendi bem o que ele queria kkkk

Fiquei me perguntando quanta determinação esses pequenos tem quando se trata do assunto. Para os psicólogos isso tem explicação fácil. Essa fase do desenvolvimento da criança é chama de fase anal, tem haver com desenvolvimento da sexualidade e outras coisa. 
Talvez no caso do meu mais velho não seja mais essa fase. Acredito que no dia ele só pensou em me mostrar algo e queria saber se eu iria demorar mais ou menos tempo ali (descobri isso depois de sair do banheiro). Mas aproveito que não sou psicóloga para observar sendo apenas mãe.
Para entender o que acontece com meus pequenos optei por usar a famosa empatia, e descobri algo muito interessante. Temos em mente sempre que empatia seria a capacidade de se colocar no lugar do outro o que de fato é, mas o que normalmente fazemos é nos colocar no lugar do outro usando nossos sentimentos o que não vai servir de nada já que estamos falando de indivíduos que mal largaram as fraldas (e as vezes nem isso). O lance é usar o que alguns chamam de "Empatia Cognitiva" com um importante detalhe, você precisa saber o que ele realmente está sentindo, só te adianto que é bem difícil regredir nossa mente tantos anos.

Por isso, fiz um exercício de imaginação e proponho ele para vocês:

Pensei: -Sou um bebê, não sei nada do mundo, mas observando as coisas vejo que depois de fazer uma forcinha com a barriga eu me sinto melhor e a pessoa que mais amo fica comigo, tira minha roupa, me faz um carinho...Eu pensaria de cara que meus pais adoram isso! rsrs e cresço só confirmando minha hipótese já que toda hora vem alguém verificar se eu deixei mas um presentinho na fralda. Depois que cresci mais um pouco vejo que meus pais gostam disso também, só que fazem em um lugar super reservado, maneiro pra caramba. Mas, porque não compartilhar esse momento especial? Vou entrar nessa salinha para ver o presente que ele faz também!


Bem, eu tentei entender rsrs. Foi assim que eu imaginei. Fique a vontade para compartilhar a experiencia de vocês também...


Beijo e até o próximo texto!!!

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

ATÉ QUE IDADE AS CRIANÇAS FAZEM TROCAS NA FALA?

A comunicação é um ato muito importante à vida humana e permite a socialização e sobrevivência em
diversos contextos. A primeira forma de comunicação do bebê é o choro. Logo no primeiro ano de vida, o bebê inicia as primeiras vocalizações e assim vai crescendo e se tornando um comunicador. É importante lembrar que a comunicação não se restringe única e exclusivamente à fala. Ela também é feita através de gestos, expressões corporais e faciais tão importantes quanto as palavras. Os primeiros fonemas da língua são aqueles produzidos com os lábios, como /b/ /m/ /p/, aproximadamente aos 18 meses. Logo depois surgem /n/ /t/ /l/ , e, em seguida, /d/ /c/ /f/ /s/ e /g/ /v/ /z/ /R/ /ch/ /j/, entre 2 e 3 anos. Só mais tarde observamos a produção adequada de alguns fonemas como /lh/ /nh/ e /r/ em diferentes posições na palavra, pois a combinação destes fonemas nas sílabas podem ser complicadores. 

Exemplo: A criança consegue falar rato, mas não consegue pronunciar aranha e prato. 

Idade para aquisição de fonemas:
  • 10 - 14 meses: iniciam-se as primeiras palavras;
  • 18 meses: o bebê já possui um vocabulário de 10 - 20 palavras;
  • 2 anos: poderá atingir até 200 palavras;
  • 2 anos e meio: iniciam-se os usos de frases simples;
  • 3 anos: a criança já consegue compreender mais facilmente as ordens dadas por adultos e já faz uso de novas palavras:
  • 4 anos: Já possui maturidade para pronunciar adequadamente os fonemas da língua.

Fatores que influenciam o desenvolvimento da aquisição dos fonemas:
  • Orgânicos: má-oclusão dentária, alterações congênitas, paralisia facial, respiração oral, perdas auditivas...
  • Funcionais: uso prolongado de bicos (chupeta e mamadeira), dificuldades emocionais, articulação inadequada... 

Como ajudar?
Crianças até os 5 anos ainda pode falar errado pois está no amadurecimento do desenvolvimento da 
linguagem. Nessa idade as crianças também costumam gaguejar sem que sejam considerados gagos. A 
linguagem passa a representar seus pensamentos e elas estão aprendendo a organizar seus discursos e por isso gaguejam. Por isso, não brigue com seu filho e nem ache que ele faz propositalmente. 

5 dicas sobre como agir nestas situações:
  1. Incentive a substituição de bicos (chupeta e mamadeira) por copos;
  2. Procure o serviço de odontologia para avaliação da dentição e oclusão (mordida).
  3. Evite corrigi-lo e chamar sua atenção aos erros. Apenas peça para repetir caso realmente não entenda o que ele disse.
  4. Dê o modelo correto, sempre! Não repita as palavras da forma errada ainda que por brincadeira. Exemplo: “Quer pepeta?” “Olha o cacholinho!” 
  5. Evite reforçar a maneira como ele fala dizendo que acha “bonitinho!”. Nossos pequenos fazem de tudo para agradar sua família e dessa forma continuarão falando errado porque sabem que os pais gostam.
Havendo persistência das dificuldades procure o auxilio de um especialista, a fonoaudióloga. Ela irá 
auxiliar na identificação das alterações de linguagem, fará as orientações e trabalho direcionado para 
melhora de seu filho.



Texto de:
Nathalya Herzer Reis
Fonoaudióloga Escolar
Psicopedagoga
Especialista em Neurociências com Ênfase
em Reabilitação e Aprendizagem
CRFa: 13786-RJ

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Benefícios da Meditação nas Escolas!


Recentemente na revista Ela (O Globo, 1 Julho 2018), foi publicada uma matéria muito interessante chamada: Disciplina Zen, nesta reportagem foram abordados os benefícios da prática da meditação nas escolas. 
A instrutora de práticas contemplativas e mindfulness Bruna Andrade, compartilhou suas experiências positivas e transformadoras através da meditação. Após ter desenvolvido um transtorno de ansiedade por uma rotina intensa de trabalho que tinha e também pela necessidade de estar mais presente com sua família, ela abriu mão da carreira e com a prática meditativa ela viu sua vida se transformar de forma muito significativa.
Atualmente ela realiza um trabalho voluntário no colégio Pedro I, na Barra da Tijuca e afirma que a prática meditativa ajuda na ansiedade, no tratamento de depressão, no estresse e com isso o equilíbrio e a paz passam a fazer parte da vida dos alunos.
Existem diversos tipos de meditações, mas os benefícios que ela proporciona podem ser conquistados com técnicas simples como por exemplo a meditação sem esforço. 

Como realizar a meditação sem esforço:

  1. Encontre um local calmo, onde saiba que não será incomodado;
  2. Sente-se de forma confortável, mantendo a coluna vertebral ereta;
  3. Feche os olhos e esteja ali, no momento presente, sem julgamentos, sem controlar a respiração e ou pensamentos;
  4. Procure não pensar em nada, caso os pensamentos venham, simplesmente os observe e deixe-os ir;
  5. Procure praticar meditação todos os dias por pelo menos 15 minutos, casos no início isso seja difícil, comece com menos tempo e vá aumentando o tempo gradativamente. 
Obs.: Esta técnica precisa ser adaptada para as crianças de forma a tornar esse momento mais lúdico fazendo com que ela tenha interesse em praticá-la.

Dicas de meditações guiadas:

Sabemos que nossas vidas cada vez mais nos traz preocupações, estresses, falta de tempo, e para as crianças não é diferente, já que elas também fazem parte dessa rotina e sofrem com toda essas demandas, por isso é tão importante a prática da meditação nas escolas e os benefícios são observados em sala de aula e na postura do aluno de forma geral.


Dez benefícios da meditação nas escolas:

  1. Acalma e tranquiliza;
  2. Aumenta a capacidade de concentração;
  3. Estimula o autocontrole e o autoconhecimento;
  4. Aumento da empatia 
  5. Maior desenvolvimento cognitivo
  6. Aumenta as habilidades sociais;
  7. Melhora o humor;
  8. diminuição do estresse;
  9. Diminui o cansaço;
  10. melhora a autoestima 
Desde o ano de 2000 a Escola PPEI oferece aos seus alunos aulas regulares de Yoga e meditação e percebe que todos esses benefícios são conquistados por seus alunos ao longo do ano. Eles demonstram interesse pelas aulas e muitos deles querem trazer a prática para as suas casas. 
Um pouquinho desse momento tão gostoso com os alunos do ensino fundamental da PPEI. 
Nesse vídeo a Professora de Hatha Yoga, meditação e Reikiana Helaine Vivas está praticando Bhramari Pranayma (respiração da Abelha) uma técnica para liberar a raiva, frustração e ansiedade!



Meditação é a jornada do som para o silêncio, do
movimento para a calmaria, de uma identidade
limitada para um espaço sem limites.
Sri Sri Ravi Shankar
Espero que tenham gostado... Experimentem esse momento de meditação com seus filhos, tenho certeza de que será maravilhoso. Depois postem fotos e videos para que possamos acompanhar o quanto foi legal praticar a meditação com eles!!!

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Namoro ou Amizade?


O tema é complexo, mas vamos lá. Por volta dos três anos de idade a criança começa imitar o que elas vivenciam em família, no grupo de amizades, na escola e na sociedade, esse comportamento é comum e esperado já que nessa fase a criança já é capaz de formar frases e demonstrar seus sentimentos de forma mais efetiva.



Alguns pais se assustam quando seu filho simplesmente diz que a amiga é sua namorada, que vai casar com ela ou ainda que ela é sua vida (frase que meu filho Gael disse ao se referir a uma amiga da turma) rsrs.


E o que fazer em uma situação dessas? Devemos incentivar ou reprimir?

Na verdade cada família tem sua forma de educar, porem, devemos compreender alguns pontos que abrangem esse contexto.


Como já havia dito, as crianças representam as experiências que vivem no meio social e por isso é super natural a verbalização sobre a questão do namoro. As crianças não entendem o namoro da mesma forma que os adultos, elas simplesmente nomeiam como seus namorados aquela amiguinha ou amiguinho pelo qual tenham mais afinidades naquele momento. Para criança ser namorado de algum amiguinho é simplesmente gostar de estar perto, de abraçar e de brincar por exemplo. 


Acredito que podemos agir da forma mais natural possível sem incentivar uma desconstrução do que eles entendem como namoro para a forma que nós adultos entendemos.



Cada fase do desenvolvimento da criança é importantíssima, e essa etapa da descoberta do amigo é linda. 

Essa questão do namoro também passa pela cultura na qual a criança está inserida. Tanto na sociedade quanto no contexto familiar. Por exemplo, no livro "Crianças Francesas não fazem manha" a autora diz que na França os pais respeitam esses amores infantis e entendem a situação como um "pequeno romance" isso ajuda no caso da necessidade de separação dos pequenos rsrsr, se eles precisam mudar de escola e ficam com dor de cotovelo esse sentimento é entendido com real.

Por aqui, acreditamos que cada criança é um ser, com isso, perceber que alguns estímulos são maléficos é muito importante. Estou falando do cuidado com a erotização e abordagens precoces. Em nossa TV, nos vídeos de internet pelo celular e até mesmo nas ruas é comum ver casais se beijando e até exibindo carícias mais intimas. Mais uma vez é o contexto da cultura presente. Não imagino as crianças árabes ou asiáticas sendo expostas dessa maneira. De qualquer forma, proteja ele(a) dessa exposição. Também use sua intuição e observe o seu filho(a), caso perceba algum comportamento inapropriado para idade é importante deixar claro para ele(a) que ainda não é o momento para isso.

Outra dica é, perguntar sempre o que ele acredita ser o namoro ou o que significa para ele o que acabou de falar, isso é muito importante. Lembro de uma história em que uma filha perguntou para mãe o que era "virgem". A mãe muito embaraçada fez uma longa explicação sobre o assunto e no fim a criança perguntou, então o que é "Extravirgem" se referindo aos dois azeites que estavam na mesa. É provável que ao perguntar sobre o que significa o namoro para seu filho(a) a resposta será do tipo "É comer o lanche do lado um do outro" ou "é brincar junto".

Como disse, as crianças são ótimas observadoras, nessa fase elas percebem rapidamente se o assunto é tratado como tabu ou de forma natural. Caso haja uma briga sobre o assunto, dependendo da personalidade, a criança poderá reprimir o sentimento ou querer confrontá-lo. Tanto para os pais quanto para as crianças é importante incentivar o diálogo, assim a criança sentirá que poderá sempre expor seus sentimentos o que acaba sendo um grande aliado na educação.

Temos que enxergar a criança e todo o universo que a rodeia com os mesmos olhos que eles enxergam, tentando ver tudo de forma mais leve e retirando qualquer maldade que a fase adulta trás consigo. Vamos permitir que elas possam vivenciar experiências próprias de cada idade sempre orientando para que se tornem cidadãos que respeitam o próximo!

    



quarta-feira, 23 de maio de 2018

Culpa Materna Para quê?



É comum se ouvir que quando nasce um bebê, nasce uma mãe e juntinho desse momento nasce a culpa materna, mas porquê isso acontece? 




A sociedade é muito cruel com as mães. Nós sofremos pressão desde o momento em que nos descobrimos grávidas, neste mesmo instante todas as pessoas viram psicólogas, médicas, videntes entre outras tantas especialidades e se acham no direito de dar palpites sobre as suas decisões e opiniões, sem ao menos se preocuparem com os seus sentimentos. Sem contar que é a partir desse momento que mulher deixa de ser quem é para se tornar a mãe do bebê que esta esperando, e a barriga? Essa se torna pública é claro rsrsrs todos se acham no direito de tocá-la sem ao menos perguntar se pode...

Com todo esse senário qual mãe não se sentiria culpada por tomar certas decisões ou por simplesmente não seguir os padrões esperados pela família, amigos, parentes e pela própria sociedade em geral.


Com o tempo nós deixamos de escultar nossos instintos e de confiar neles, pois sempre tem alguém que acha que sabe mais que você e te dirá como agir. Acreditem, nós sabemos o que é melhor para nós e para nossos bebês. Não digo que não devemos estudar e sempre nos embasar em estudos sérios, mas junto a isso devemos sempre escutar o nosso coração.                             


Quando o bebê nasce, a culpa nasce junto, sempre iremos nos perguntar se estamos escolhendo as melhores opções para nós e para os nossos filhos. Será que dou colo, ou deixo meu bebê "aprendendo a ficar sozinho"? Será que irei deixá-lo mal acostumado por pegá-lo no colo? Amamento exclusivamente ao seio ou dou mamadeira para que ele durma a noite toda? Uso fralda descartável ou fralda de pano? Faço cama compartilhada ou coloco o bebê para dormir no bercinho dele? 

Essas são apenas alguns dos milhares de questionamento que fazemos, e essas são apenas as primeiras dúvidas que temos... costumo brincar dizendo que cada fase da vida dos nossos filhos e como um jogo de vídeo game, cada fase conquistada vai ficando mais difícil! rsrs

E são essas dúvidas, inseguranças, palpites que dão força para a culpa materna.

Então como podemos se livrar delas, ou pelo menos minimizá-las?

10 Dicas para abandonar as culpas maternas


1. Se conheça, conheça suas habilidades e também suas limitações;



2. Conheça seu filho (a);


3. Respeite seu momento, cada fase é uma fase diferente;


4. Procure não dar ouvido aos palpiteiros, acredite, eles não sabem o que é ser você, e ou mãe do seus filho(a);


5. Informações sempre ajudam, estude e se embase sobre os temas que não se sente segura;


6. Siga sempre seu coração;


7. Permita-se errar, são esses erros que fazem com que chegue ao acerto;


8. Chore quando precisar chorar, mas não fique triste por muito tempo;


9. Esteja bem, descanse sempre que puder, seu filho estará feliz ao perceber que você também está;


10. Abrace seu filho pois ele sempre saberá que em cada decisão que tome é por amor incondicional a ele!

A culpa que sentimos quando nos tornamos mães não trás coisas positivas. Se fizer algo que julgue errado, reflita sobre o que aconteceu e entenda que não somos seres perfeitos e estamos em constante evolução e que esses "erros" são fundamentais para nosso crescimento pessoal. Livre-se da culpa e coloque no lugar dela muita atitude e perseverança para dar sempre o seu melhor em cada momento da sua vida!

Sinta-se abraçada por uma mãe que também já se culpou muito, mas que hoje se culpa muito menos e que se sente melhor por ter dado esse passo tão importante na vida!


Culpe-se menos e ame cada vez mais!!


Por Priscila Camacho.

   

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Mestre Cuquinhas na Cozinha... Nhoque de Batata Doce

E os mestres cuquinhas se aventuraram novamente... Desta vez testamos a receita de Nhoque de bata doce e ficou DELICIOSO!!!



Então vamos a receita

Vamos Precisar De:

  • 1kg de Batata Doce
  • 2 ovos
  • Farinha de Trigo


Como Iremos Preparar:



  • Cozinhe a bata doce até ficar bem molinha;
  • Amasse com o garfo ou com espremedor;
  • Acrescente o ovo e misture bem;
  • Em seguida coloque a farinha aos poucos e misture bem até que a massa solte das suas mãos; 
  • Com a massa pronta, pegue um punhado de massa e enrola no formato de tubo com mais ou menos 1 cm de diâmetro;
  • corte a massa do tamanho que desejar;
  • reserve;
  • coloque a aguá para ferver com uma colher de sopa de óleo e sal a gosto;
  • Assim que a água ferver, coloque aos poucos os cubinhos de nhoque dentro da panela;
  • Deixe-os cozinhar até que eles flutuem na superfície;
  • Após o cozimento escorra e acomode-os em um refratário; 
  • Acrescente o molho de sua preferencia. 

Obs: Caso queira gratinar ao forno, unte o refratário,acomode os cubinhos de nhoque, coloque o molho por cima e finalize com queijo ralado ou fatias de queijo.

E agora é só aproveitar esse momento gostoso em família!!!

Confiram todas as fotos desse momento no Instagram...

Um Pouquinho mais desse momento: